O dia em que Jack Nicholson se transformou no Coringa
Em 1979, o produtor Michael Uslan adquiriu os direitos para filmar
Batman e resolveu fazer uma abordagem mais sombria do quadrinho para o
cinema. Pouco tempo depois, Uslan viu uma foto inspiradora publicada
pelo tabloide New York Post: era Jack Nicholson no filme O Iluminado. A
imagem, que retratava o personagem Jack Torrance no meio dos destroços
de uma porta, foi transformada pelo produtor no rosto do palhaço vilão
de Gotham City.
O Coringa de Nicholson estreou nas telonas em 1989 e o desenho original
de Uslan, juntamente com alguns outros itens de sua coleção pessoal,
será leiloado pela Comic Connect até o dia 3 de dezembro.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O dia em que Jack Nicholson se transformou no Coringa
Em 1979, o produtor Michael Uslan adquiriu os direitos para filmar Batman e resolveu fazer uma abordagem mais sombria do quadrinho para o cinema. Pouco tempo depois, Uslan viu uma foto inspiradora publicada pelo tabloide New York Post: era Jack Nicholson no filme O Iluminado. A imagem, que retratava o personagem Jack Torrance no meio dos destroços de uma porta, foi transformada pelo produtor no rosto do palhaço vilão de Gotham City.
O Coringa de Nicholson estreou nas telonas em 1989 e o desenho original de Uslan, juntamente com alguns outros itens de sua coleção pessoal, será leiloado pela Comic Connect até o dia 3 de dezembro.
Em 1979, o produtor Michael Uslan adquiriu os direitos para filmar Batman e resolveu fazer uma abordagem mais sombria do quadrinho para o cinema. Pouco tempo depois, Uslan viu uma foto inspiradora publicada pelo tabloide New York Post: era Jack Nicholson no filme O Iluminado. A imagem, que retratava o personagem Jack Torrance no meio dos destroços de uma porta, foi transformada pelo produtor no rosto do palhaço vilão de Gotham City.
O Coringa de Nicholson estreou nas telonas em 1989 e o desenho original de Uslan, juntamente com alguns outros itens de sua coleção pessoal, será leiloado pela Comic Connect até o dia 3 de dezembro.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
As Linhas de Nazca ou Nasca são um conjunto de geoglifos antigos localizada no deserto de Nazca, no sul do Peru.
Embora alguns geoglifos locais lembrem a cultura de Paracas, estudiosos acreditam que as Linhas de Nazca foram criadas pela civilização de Nazca entre 400 e 650 d.C. As centenas de figuras individuais variam em complexidade a partir de simples linhas até beija-flores estilizados. Devido ao clima seco, sem vento e estável do planalto e ao seu isolamento, a maior parte das linhas foram preservadas.
O lançamento do Windows 95
24 de agosto de 1995: a Microsoft lança oficialmente o Windows 95. Uma revolução no mercado de computação pessoal provocada pelos novos recursos que facilitariam a vida do usuário: interface gráfica com barra de tarefas e menu iniciar, capacidade de rede dial-up e plug and play, suporte a multitarefa preemptiva, entre outros.
Depois de 300 milhões de dólares gastos em campanhas publicitárias – com direito à música Start Me Up dos Rolling Stones, o lançamento foi um grande sucesso. E foi, principalmente, um marco na história da Microsoft, que rendeu cerca de US$ 8,8 bilhões à empresa e a transformou na mais popular distribuidora de sistemas operacionais do mundo.
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Acento gráfico e acento tônico – marcas distintivas
Em razão disso, no intuito de cooperar para que este avanço seja efetivamente materializado, o artigo que ora se evidencia tem por finalidade discorrer acerca das diferenças existentes entre o acento gráfico e o acento tônico – ambos relacionados a questões ortográficas que, sem nenhuma dúvida, representam alvo de inúmeros questionamentos.
À guisa de algumas elucidações, temos que o acento tônico não pode ser confundido com o acento gráfico, pois este (o tônico) refere-se a aspectos relacionados à oralidade. Portanto, no sentido de detectá-los com veemência, faz-se necessário proferirmos melodicamente os vocábulos, uma vez que se assim procedermos, teremos condições de constatar onde realmente a sílaba pronunciada com mais intensidade encontra-se demarcada. Desta forma, procurando tornar prático tal posicionamento, ater-nos-emos à análise de alguns deles:
Detectamos que as sílabas em destaque representam o que chamamos de tônica, visto que são pronunciadas com mais força. Para tanto, independentemente de haver qualquer indício de sinal gráfico, tal aspecto foi constatado. Eis o segredo da tonicidade!
Já em se tratando do acento gráfico, este se encontra intrinsecamente ligado a regras pré-concebidas pelas normas gramaticais de uma forma geral, mais precisamente no que tange à acentuação. Para tanto, basta analisarmos:
Notamos que no primeiro caso trata-se de uma palavra oxítona terminada em “e”. Regra: Todas as palavras terminadas em a, e, o, em seguidas ou não de “s” deverão ser acentuadas.
Atendo-nos ao segundo exemplo, constatamos que se trata de uma palavra paroxítona terminada em “x”. Regra: Todas as paroxítonas assim terminadas recebem o acento gráfico.
Quanto ao terceiro, identificamos um vocábulo também oxítono, terminado em “em”. Regra: Idêntica à primeira.
Por último, temos uma palavra proparoxítona, a qual integra um grupo em que todas são acentuadas.
Mediante tais postulados, aposta-se que todas as dúvidas em relação a este fato tenham sido sanadas, tendo em vista a seguinte concepção:
Para que a sílaba tônica exista, ela não precisa, necessariamente, estar acentuada. Caso esteja, o acento gráfico se “incube” de recair sobre ela mesma!
Dicas ortográficas
Partindo do princípio de que o conhecimento se concebe como algo
incomensurável, dicas, sejam elas quais forem, são sempre bem-vindas.
As ortográficas, então... Quanta relevância! O fato é que em se tratando dos estudos linguísticos, dúvidas, de uma forma geral, representam fator de recorrência máxima.
Nesse sentido, sobretudo tendo em
vista a necessidade de você não fazer disso um entrave, tampouco um
estigma que poderá cerceá-lo no que se refere a algumas habilidades,
propusemo-nos à elucidação de alguns fatores que porventura lhe
auxiliarão ─ em especial aqueles inerentes a aspectos ortográficos.
Pois bem, caro (a) usuário (a), atenhamo-nos a eles:
À TOA OU À-TOA?
É preciso entender o que antes vigorava e o que agora impera, tendo em vista as mudanças oriundas do Novo Acordo Ortográfico. Veja, pois, a explicação:
À toa, denotando o sentido referente “ao acaso”, “a esmo”, “sem fazer nada”, antes já era e depois da nova reforma continua sendo grafada sem o uso do hífen, haja vista que representa uma locução adverbial de modo. Vejamos o exemplo:
Passava à toa todas as manhãs.
À TOA OU À-TOA?
É preciso entender o que antes vigorava e o que agora impera, tendo em vista as mudanças oriundas do Novo Acordo Ortográfico. Veja, pois, a explicação:
À toa, denotando o sentido referente “ao acaso”, “a esmo”, “sem fazer nada”, antes já era e depois da nova reforma continua sendo grafada sem o uso do hífen, haja vista que representa uma locução adverbial de modo. Vejamos o exemplo:
Passava à toa todas as manhãs.
Atestamos que indica um fator circunstancial ora relativo ao verbo passar (passava).
À-toa, antes grafado com hífen e agora descrito sem ele (à toa), refere-se a um adjetivo, cujo sentido se demarca por “inútil”, “desocupado”, “insignificante”. Constatemos o caso a seguir:
Não passava de um à toa, pois não demonstrava nenhum interesse em crescer, tanto pessoal como profissionalmente falando.
EXPECTADOR OU ESPECTADOR?
Diversas vezes você se coloca na condição de “ESPECTADOR”, pois assiste a um filme, a uma peça teatral, a um programa de televisão, enfim.
Você também pode se colocar na condição de EXPECTADOR, pois, assim como tantas outras pessoas, mantém uma expectativa acerca de algo, não é verdade?
ALUGUÉIS OU ALUGUERES?
Saiba que ambas as formas são consideradas corretas, pois “alugueres” representa o plural de “aluguer”, forma usada em textos jurídicos e em Portugal, ainda que antiga.
PROJÉTEIS OU PROJETIS?
Quando se trata de uma palavra paroxítona, cuja tonicidade recai sobre a penúltima sílaba (projétil), o plural se demarca por projéteis. Concebida como oxítona, cuja tonicidade recai sobre a última sílaba (projetil), apresenta-se demarcada pelo plural projetis.
O plural de gol segue as mesmas regras das palavras constituídas de tal terminação (-OL)?
Ora, temos os faróis (farol), os anzóis (anzol), entre outras, mas GOL, quando pluralizado, apresenta-se como GOLS, oriundo do inglês goal.
À-toa, antes grafado com hífen e agora descrito sem ele (à toa), refere-se a um adjetivo, cujo sentido se demarca por “inútil”, “desocupado”, “insignificante”. Constatemos o caso a seguir:
Não passava de um à toa, pois não demonstrava nenhum interesse em crescer, tanto pessoal como profissionalmente falando.
EXPECTADOR OU ESPECTADOR?
Diversas vezes você se coloca na condição de “ESPECTADOR”, pois assiste a um filme, a uma peça teatral, a um programa de televisão, enfim.
Você também pode se colocar na condição de EXPECTADOR, pois, assim como tantas outras pessoas, mantém uma expectativa acerca de algo, não é verdade?
ALUGUÉIS OU ALUGUERES?
Saiba que ambas as formas são consideradas corretas, pois “alugueres” representa o plural de “aluguer”, forma usada em textos jurídicos e em Portugal, ainda que antiga.
PROJÉTEIS OU PROJETIS?
Quando se trata de uma palavra paroxítona, cuja tonicidade recai sobre a penúltima sílaba (projétil), o plural se demarca por projéteis. Concebida como oxítona, cuja tonicidade recai sobre a última sílaba (projetil), apresenta-se demarcada pelo plural projetis.
O plural de gol segue as mesmas regras das palavras constituídas de tal terminação (-OL)?
Ora, temos os faróis (farol), os anzóis (anzol), entre outras, mas GOL, quando pluralizado, apresenta-se como GOLS, oriundo do inglês goal.
HAMBURGERS OU HAMBÚRGUERES?
O correto é hambúrgueres, no caso do aportuguesamento da palavra em evidência.
Ela teve duas ou mais GRAVIDEZES?
Gravidezes sim, por mais que não seja assim tão recorrente, pois o plural segue as mesmas regras dos substantivos terminados em “z”, como é o caso de raízes, cruzes, gizes, etc.
BLITZE ou BLITZEN ou BLITZES?
A palavra blitz origina-se do alemão, mas, quando aportuguesada, segue as mesmas regras do nosso idioma, cujo pressuposto se demarca pelo acréscimo da terminação “-es”. Portanto, BLITZES.
CURRÍCULUNS OU CURRÍCULOS?
O correto é hambúrgueres, no caso do aportuguesamento da palavra em evidência.
Ela teve duas ou mais GRAVIDEZES?
Gravidezes sim, por mais que não seja assim tão recorrente, pois o plural segue as mesmas regras dos substantivos terminados em “z”, como é o caso de raízes, cruzes, gizes, etc.
BLITZE ou BLITZEN ou BLITZES?
A palavra blitz origina-se do alemão, mas, quando aportuguesada, segue as mesmas regras do nosso idioma, cujo pressuposto se demarca pelo acréscimo da terminação “-es”. Portanto, BLITZES.
CURRÍCULUNS OU CURRÍCULOS?
A forma pluralizada do latim curriculum é curricula. No entanto, quando aportuguesada, tal palavra se expressa assim no plural: currículos.
OS FAX OU FAXES?
A forma FAXES é aceita por alguns estudiosos da língua. No entanto, as regras postulam que os substantivos terminados em “x” são invariáveis e demarcados pela indicação de número somente por meio de um determinante (artigo). Logo, opte por dizer “OS FAX”.
OS FAX OU FAXES?
A forma FAXES é aceita por alguns estudiosos da língua. No entanto, as regras postulam que os substantivos terminados em “x” são invariáveis e demarcados pela indicação de número somente por meio de um determinante (artigo). Logo, opte por dizer “OS FAX”.
Dicas ortográficas
Partindo do princípio de que o conhecimento se concebe como algo
incomensurável, dicas, sejam elas quais forem, são sempre bem-vindas.
As ortográficas, então... Quanta relevância! O fato é que em se tratando dos estudos linguísticos, dúvidas, de uma forma geral, representam fator de recorrência máxima.
Nesse sentido, sobretudo tendo em
vista a necessidade de você não fazer disso um entrave, tampouco um
estigma que poderá cerceá-lo no que se refere a algumas habilidades,
propusemo-nos à elucidação de alguns fatores que porventura lhe
auxiliarão ─ em especial aqueles inerentes a aspectos ortográficos.
Pois bem, caro (a) usuário (a), atenhamo-nos a eles:
À TOA OU À-TOA?
É preciso entender o que antes vigorava e o que agora impera, tendo em vista as mudanças oriundas do Novo Acordo Ortográfico. Veja, pois, a explicação:
À toa, denotando o sentido referente “ao acaso”, “a esmo”, “sem fazer nada”, antes já era e depois da nova reforma continua sendo grafada sem o uso do hífen, haja vista que representa uma locução adverbial de modo. Vejamos o exemplo:
Passava à toa todas as manhãs.
À TOA OU À-TOA?
É preciso entender o que antes vigorava e o que agora impera, tendo em vista as mudanças oriundas do Novo Acordo Ortográfico. Veja, pois, a explicação:
À toa, denotando o sentido referente “ao acaso”, “a esmo”, “sem fazer nada”, antes já era e depois da nova reforma continua sendo grafada sem o uso do hífen, haja vista que representa uma locução adverbial de modo. Vejamos o exemplo:
Passava à toa todas as manhãs.
Atestamos que indica um fator circunstancial ora relativo ao verbo passar (passava).
À-toa, antes grafado com hífen e agora descrito sem ele (à toa), refere-se a um adjetivo, cujo sentido se demarca por “inútil”, “desocupado”, “insignificante”. Constatemos o caso a seguir:
Não passava de um à toa, pois não demonstrava nenhum interesse em crescer, tanto pessoal como profissionalmente falando.
EXPECTADOR OU ESPECTADOR?
Diversas vezes você se coloca na condição de “ESPECTADOR”, pois assiste a um filme, a uma peça teatral, a um programa de televisão, enfim.
Você também pode se colocar na condição de EXPECTADOR, pois, assim como tantas outras pessoas, mantém uma expectativa acerca de algo, não é verdade?
ALUGUÉIS OU ALUGUERES?
Saiba que ambas as formas são consideradas corretas, pois “alugueres” representa o plural de “aluguer”, forma usada em textos jurídicos e em Portugal, ainda que antiga.
PROJÉTEIS OU PROJETIS?
Quando se trata de uma palavra paroxítona, cuja tonicidade recai sobre a penúltima sílaba (projétil), o plural se demarca por projéteis. Concebida como oxítona, cuja tonicidade recai sobre a última sílaba (projetil), apresenta-se demarcada pelo plural projetis.
O plural de gol segue as mesmas regras das palavras constituídas de tal terminação (-OL)?
Ora, temos os faróis (farol), os anzóis (anzol), entre outras, mas GOL, quando pluralizado, apresenta-se como GOLS, oriundo do inglês goal.
À-toa, antes grafado com hífen e agora descrito sem ele (à toa), refere-se a um adjetivo, cujo sentido se demarca por “inútil”, “desocupado”, “insignificante”. Constatemos o caso a seguir:
Não passava de um à toa, pois não demonstrava nenhum interesse em crescer, tanto pessoal como profissionalmente falando.
EXPECTADOR OU ESPECTADOR?
Diversas vezes você se coloca na condição de “ESPECTADOR”, pois assiste a um filme, a uma peça teatral, a um programa de televisão, enfim.
Você também pode se colocar na condição de EXPECTADOR, pois, assim como tantas outras pessoas, mantém uma expectativa acerca de algo, não é verdade?
ALUGUÉIS OU ALUGUERES?
Saiba que ambas as formas são consideradas corretas, pois “alugueres” representa o plural de “aluguer”, forma usada em textos jurídicos e em Portugal, ainda que antiga.
PROJÉTEIS OU PROJETIS?
Quando se trata de uma palavra paroxítona, cuja tonicidade recai sobre a penúltima sílaba (projétil), o plural se demarca por projéteis. Concebida como oxítona, cuja tonicidade recai sobre a última sílaba (projetil), apresenta-se demarcada pelo plural projetis.
O plural de gol segue as mesmas regras das palavras constituídas de tal terminação (-OL)?
Ora, temos os faróis (farol), os anzóis (anzol), entre outras, mas GOL, quando pluralizado, apresenta-se como GOLS, oriundo do inglês goal.
HAMBURGERS OU HAMBÚRGUERES?
O correto é hambúrgueres, no caso do aportuguesamento da palavra em evidência.
Ela teve duas ou mais GRAVIDEZES?
Gravidezes sim, por mais que não seja assim tão recorrente, pois o plural segue as mesmas regras dos substantivos terminados em “z”, como é o caso de raízes, cruzes, gizes, etc.
BLITZE ou BLITZEN ou BLITZES?
A palavra blitz origina-se do alemão, mas, quando aportuguesada, segue as mesmas regras do nosso idioma, cujo pressuposto se demarca pelo acréscimo da terminação “-es”. Portanto, BLITZES.
CURRÍCULUNS OU CURRÍCULOS?
O correto é hambúrgueres, no caso do aportuguesamento da palavra em evidência.
Ela teve duas ou mais GRAVIDEZES?
Gravidezes sim, por mais que não seja assim tão recorrente, pois o plural segue as mesmas regras dos substantivos terminados em “z”, como é o caso de raízes, cruzes, gizes, etc.
BLITZE ou BLITZEN ou BLITZES?
A palavra blitz origina-se do alemão, mas, quando aportuguesada, segue as mesmas regras do nosso idioma, cujo pressuposto se demarca pelo acréscimo da terminação “-es”. Portanto, BLITZES.
CURRÍCULUNS OU CURRÍCULOS?
A forma pluralizada do latim curriculum é curricula. No entanto, quando aportuguesada, tal palavra se expressa assim no plural: currículos.
OS FAX OU FAXES?
A forma FAXES é aceita por alguns estudiosos da língua. No entanto, as regras postulam que os substantivos terminados em “x” são invariáveis e demarcados pela indicação de número somente por meio de um determinante (artigo). Logo, opte por dizer “OS FAX”.
OS FAX OU FAXES?
A forma FAXES é aceita por alguns estudiosos da língua. No entanto, as regras postulam que os substantivos terminados em “x” são invariáveis e demarcados pela indicação de número somente por meio de um determinante (artigo). Logo, opte por dizer “OS FAX”.
Figuras de Estilo ou Linguagem
A seguir, as principais figuras de estilo em ordem alfabética:
1 - Anacoluto- interrupção na sequência lógica da oração deixando um termo solto, sem função sintática.
Ex.: Mulheres, como viver sem elas?
2 - Anáfora- repetição de palavras.
Ex.: Ela trabalha, ela estuda, ela é mãe, ela é pai, ela é tudo!
3 - Antonomásia - substituição do nome próprio por qualidade, ou característica que o distinga. É o mesmo que apelidado, alcunha ou cognome.
Exemplos.:
Xuxa (Maria das Graças)
O Gordo (Jô Soares)
4 - Antítese - aproximação de ideias, palavras ou expressões de sentidos opostos.
Ex.: Os bobos e os espertos convivem no mesmo espaço.
5 - Apóstrofo ou invocação - invocação ou interpelação de ouvinte ou leitor, seres reais ou imaginários, presentes ou ausentes.
Exemplos.:
Mulher, venha aqui!
Ó meu Deus! Mereço tanto sofrimento?
6 - Assíndeto - ausência da conjunção aditiva entre palavras da frase ou orações de um período. Essas aparecem justapostas ou separadas por vírgulas.
Ex.: Nasci, cresci, morri.
(ao invés de: Nasci, cresci e morri.)
7 - Catacrese - metáfora tão usada que perdeu seu valor de figura e se tornou cotidiana, não representando mais um desvio. Isso ocorre pela inexistência das palavras mais apropriadas. Surge da semelhança da forma ou da função de seres, fatos ou coisas.
Exemplos.: céu da boca; cabeça de prego; asa da xícara; dente de alho.
8 - Comparação ou símile - aproximação de dois elementos realçando pela sua semelhança. Conectivos comparativos são usados: como, feito, tal qual, que nem...
Ex.: Aquela criança era delicada como uma flor.
9 - Elipse - omissão de palavras ou orações que ficam subentendidas.
Ex.: Marta trabalhou durante vários dias e ele, (trabalhou) durante horas.
10 - Eufemismo - atenuação de algum fato ou expressão com objetivo de amenizar alguma verdade triste, chocante ou desagradável.
Ex.: Ele foi desta para melhor.
(evitando dizer: Ele morreu.)
11 - Hipérbole - exagero proposital com objetivo expressivo.
Ex.: Estou morrendo de cansada.
12 - Ironia - forma intencional de dizer o contrário da ideia que se pretendia exprimir. O irônico é sarcástico ou depreciativo.
Ex.: Que belo presente de aniversário! Minha casa foi assaltada.
13 - Metáfora - é um tipo de comparação em que o conectivo está subentendido. O segundo termo é usado com o valor do primeiro.
Ex.: Aquela criança é (como) uma flor.
14 - Metonímia - uso de uma palavra no lugar de outra que tem com ela alguma proximidade de sentido.
A metonímia pode ocorrer quando usamos:
a - o autor pela obra
Ex.: Nas horas vagas, lê Machado.
(a obra de Machado)
b - o continente pelo conteúdo
Ex.: Conseguiria comer toda a marmita.
Comeria a comida (conteúdo) e não a marmita (continente)
c - a causa pelo efeito e vice-versa
Ex.: A falta de trabalho é a causa da desnutrição naquela comunidade.
A fome gerada pela falta de trabalho que causa a desnutrição.
d - o lugar pelo produto feito no lugar
Ex.: O Porto é o mais vendido naquela loja.
O nome da região onde o vinho é fabricado
e - a parte pelo todo
Ex.: Deparei-me com dois lindos pezinhos chegando.
Não eram apenas os pés, mas a pessoa como um todo.
f - a matéria pelo objeto
Ex.: A porcelana chinesa é belíssima.
Porcelana é a matéria dos objetos
g - a marca pelo produto
Ex.: - Gostaria de um pacote de Bom Bril por favor.
Bom Bril é a marca, o produto é esponja de lã de aço.
h - concreto pelo abstrato e vice-versa
Ex.: Carlos é uma pessoa de bom coração
Coração (concreto) está no lugar de sentimentos (abstrato)
15 - Onomatopeia – uso de palavras que imitam sons ou ruídos.
Ex.: Psiu! Venha aqui!
16 - Paradoxo ou oxímoro - Aproximação de palavras ou ideias de sentido oposto em apenas uma figura.
Ex.: "Estou cego e vejo. Arranco os olhos e vejo." (Carlos Drummond de Andrade)
17 - Personificação, prosopopeia ou animismo – atribuição de características humanas a seres inanimados, imaginários ou irracionais.
Ex.: A vida ensinou-me a ser humilde.
18 - Pleonasmo ou redundância - repetição da mesma ideia com objetivo de realce. A redundância pode ser positiva ou negativa. Quando é proposital, usada como recurso expressivo, enriquecerá o texto:
Ex.: Posso afirmar que escutei com meus próprios ouvidos aquela declaração fatal.
Quando é inconsciente, chamada de “pleonasmo vicioso”, empobrece o texto, sendo considerado um vício de linguagem: Irá reler a prova de novo.
Outros: subir para cima; entrar para dentro; monocultura exclusiva; hemorragia de sangue.
19 - Polissíndeto - repetição de conjunções (síndetos).
Ex.: Estudou e casou e trabalhou e trabalhou...
20 - Silepse - concordância com a ideia, não com a forma.
Ex.: Os brasileiros (3ª pessoa) somos (1ª pessoa) massacrados – Pessoa.
Vossa Santidade (fem.) será homenageado (masc.) – Gênero.
Havia muita gente (sing.) na rua, corriam (plur.) desesperadamente – Número.
21 - Sinestesia - mistura das sensações em uma única expressão.
Ex.: Aquele choro amargo e frio me espetava.
Mistura de paladar (amargo) e tato (frio, espetava)
Figuras de Estilo ou Linguagem
A seguir, as principais figuras de estilo em ordem alfabética:
1 - Anacoluto- interrupção na sequência lógica da oração deixando um termo solto, sem função sintática.
Ex.: Mulheres, como viver sem elas?
2 - Anáfora- repetição de palavras.
Ex.: Ela trabalha, ela estuda, ela é mãe, ela é pai, ela é tudo!
3 - Antonomásia - substituição do nome próprio por qualidade, ou característica que o distinga. É o mesmo que apelidado, alcunha ou cognome.
Exemplos.:
Xuxa (Maria das Graças)
O Gordo (Jô Soares)
4 - Antítese - aproximação de ideias, palavras ou expressões de sentidos opostos.
Ex.: Os bobos e os espertos convivem no mesmo espaço.
5 - Apóstrofo ou invocação - invocação ou interpelação de ouvinte ou leitor, seres reais ou imaginários, presentes ou ausentes.
Exemplos.:
Mulher, venha aqui!
Ó meu Deus! Mereço tanto sofrimento?
6 - Assíndeto - ausência da conjunção aditiva entre palavras da frase ou orações de um período. Essas aparecem justapostas ou separadas por vírgulas.
Ex.: Nasci, cresci, morri.
(ao invés de: Nasci, cresci e morri.)
7 - Catacrese - metáfora tão usada que perdeu seu valor de figura e se tornou cotidiana, não representando mais um desvio. Isso ocorre pela inexistência das palavras mais apropriadas. Surge da semelhança da forma ou da função de seres, fatos ou coisas.
Exemplos.: céu da boca; cabeça de prego; asa da xícara; dente de alho.
8 - Comparação ou símile - aproximação de dois elementos realçando pela sua semelhança. Conectivos comparativos são usados: como, feito, tal qual, que nem...
Ex.: Aquela criança era delicada como uma flor.
9 - Elipse - omissão de palavras ou orações que ficam subentendidas.
Ex.: Marta trabalhou durante vários dias e ele, (trabalhou) durante horas.
10 - Eufemismo - atenuação de algum fato ou expressão com objetivo de amenizar alguma verdade triste, chocante ou desagradável.
Ex.: Ele foi desta para melhor.
(evitando dizer: Ele morreu.)
11 - Hipérbole - exagero proposital com objetivo expressivo.
Ex.: Estou morrendo de cansada.
12 - Ironia - forma intencional de dizer o contrário da ideia que se pretendia exprimir. O irônico é sarcástico ou depreciativo.
Ex.: Que belo presente de aniversário! Minha casa foi assaltada.
13 - Metáfora - é um tipo de comparação em que o conectivo está subentendido. O segundo termo é usado com o valor do primeiro.
Ex.: Aquela criança é (como) uma flor.
14 - Metonímia - uso de uma palavra no lugar de outra que tem com ela alguma proximidade de sentido.
A metonímia pode ocorrer quando usamos:
a - o autor pela obra
Ex.: Nas horas vagas, lê Machado.
(a obra de Machado)
b - o continente pelo conteúdo
Ex.: Conseguiria comer toda a marmita.
Comeria a comida (conteúdo) e não a marmita (continente)
c - a causa pelo efeito e vice-versa
Ex.: A falta de trabalho é a causa da desnutrição naquela comunidade.
A fome gerada pela falta de trabalho que causa a desnutrição.
d - o lugar pelo produto feito no lugar
Ex.: O Porto é o mais vendido naquela loja.
O nome da região onde o vinho é fabricado
e - a parte pelo todo
Ex.: Deparei-me com dois lindos pezinhos chegando.
Não eram apenas os pés, mas a pessoa como um todo.
f - a matéria pelo objeto
Ex.: A porcelana chinesa é belíssima.
Porcelana é a matéria dos objetos
g - a marca pelo produto
Ex.: - Gostaria de um pacote de Bom Bril por favor.
Bom Bril é a marca, o produto é esponja de lã de aço.
h - concreto pelo abstrato e vice-versa
Ex.: Carlos é uma pessoa de bom coração
Coração (concreto) está no lugar de sentimentos (abstrato)
15 - Onomatopeia – uso de palavras que imitam sons ou ruídos.
Ex.: Psiu! Venha aqui!
16 - Paradoxo ou oxímoro - Aproximação de palavras ou ideias de sentido oposto em apenas uma figura.
Ex.: "Estou cego e vejo. Arranco os olhos e vejo." (Carlos Drummond de Andrade)
17 - Personificação, prosopopeia ou animismo – atribuição de características humanas a seres inanimados, imaginários ou irracionais.
Ex.: A vida ensinou-me a ser humilde.
18 - Pleonasmo ou redundância - repetição da mesma ideia com objetivo de realce. A redundância pode ser positiva ou negativa. Quando é proposital, usada como recurso expressivo, enriquecerá o texto:
Ex.: Posso afirmar que escutei com meus próprios ouvidos aquela declaração fatal.
Quando é inconsciente, chamada de “pleonasmo vicioso”, empobrece o texto, sendo considerado um vício de linguagem: Irá reler a prova de novo.
Outros: subir para cima; entrar para dentro; monocultura exclusiva; hemorragia de sangue.
19 - Polissíndeto - repetição de conjunções (síndetos).
Ex.: Estudou e casou e trabalhou e trabalhou...
20 - Silepse - concordância com a ideia, não com a forma.
Ex.: Os brasileiros (3ª pessoa) somos (1ª pessoa) massacrados – Pessoa.
Vossa Santidade (fem.) será homenageado (masc.) – Gênero.
Havia muita gente (sing.) na rua, corriam (plur.) desesperadamente – Número.
21 - Sinestesia - mistura das sensações em uma única expressão.
Ex.: Aquele choro amargo e frio me espetava.
Mistura de paladar (amargo) e tato (frio, espetava)
Figuras de Estilo ou Linguagem
A seguir, as principais figuras de estilo em ordem alfabética:
1 - Anacoluto- interrupção na sequência lógica da oração deixando um termo solto, sem função sintática.
Ex.: Mulheres, como viver sem elas?
2 - Anáfora- repetição de palavras.
Ex.: Ela trabalha, ela estuda, ela é mãe, ela é pai, ela é tudo!
3 - Antonomásia - substituição do nome próprio por qualidade, ou característica que o distinga. É o mesmo que apelidado, alcunha ou cognome.
Exemplos.:
Xuxa (Maria das Graças)
O Gordo (Jô Soares)
4 - Antítese - aproximação de ideias, palavras ou expressões de sentidos opostos.
Ex.: Os bobos e os espertos convivem no mesmo espaço.
5 - Apóstrofo ou invocação - invocação ou interpelação de ouvinte ou leitor, seres reais ou imaginários, presentes ou ausentes.
Exemplos.:
Mulher, venha aqui!
Ó meu Deus! Mereço tanto sofrimento?
6 - Assíndeto - ausência da conjunção aditiva entre palavras da frase ou orações de um período. Essas aparecem justapostas ou separadas por vírgulas.
Ex.: Nasci, cresci, morri.
(ao invés de: Nasci, cresci e morri.)
7 - Catacrese - metáfora tão usada que perdeu seu valor de figura e se tornou cotidiana, não representando mais um desvio. Isso ocorre pela inexistência das palavras mais apropriadas. Surge da semelhança da forma ou da função de seres, fatos ou coisas.
Exemplos.: céu da boca; cabeça de prego; asa da xícara; dente de alho.
8 - Comparação ou símile - aproximação de dois elementos realçando pela sua semelhança. Conectivos comparativos são usados: como, feito, tal qual, que nem...
Ex.: Aquela criança era delicada como uma flor.
9 - Elipse - omissão de palavras ou orações que ficam subentendidas.
Ex.: Marta trabalhou durante vários dias e ele, (trabalhou) durante horas.
10 - Eufemismo - atenuação de algum fato ou expressão com objetivo de amenizar alguma verdade triste, chocante ou desagradável.
Ex.: Ele foi desta para melhor.
(evitando dizer: Ele morreu.)
11 - Hipérbole - exagero proposital com objetivo expressivo.
Ex.: Estou morrendo de cansada.
12 - Ironia - forma intencional de dizer o contrário da ideia que se pretendia exprimir. O irônico é sarcástico ou depreciativo.
Ex.: Que belo presente de aniversário! Minha casa foi assaltada.
13 - Metáfora - é um tipo de comparação em que o conectivo está subentendido. O segundo termo é usado com o valor do primeiro.
Ex.: Aquela criança é (como) uma flor.
14 - Metonímia - uso de uma palavra no lugar de outra que tem com ela alguma proximidade de sentido.
A metonímia pode ocorrer quando usamos:
a - o autor pela obra
Ex.: Nas horas vagas, lê Machado.
(a obra de Machado)
b - o continente pelo conteúdo
Ex.: Conseguiria comer toda a marmita.
Comeria a comida (conteúdo) e não a marmita (continente)
c - a causa pelo efeito e vice-versa
Ex.: A falta de trabalho é a causa da desnutrição naquela comunidade.
A fome gerada pela falta de trabalho que causa a desnutrição.
d - o lugar pelo produto feito no lugar
Ex.: O Porto é o mais vendido naquela loja.
O nome da região onde o vinho é fabricado
e - a parte pelo todo
Ex.: Deparei-me com dois lindos pezinhos chegando.
Não eram apenas os pés, mas a pessoa como um todo.
f - a matéria pelo objeto
Ex.: A porcelana chinesa é belíssima.
Porcelana é a matéria dos objetos
g - a marca pelo produto
Ex.: - Gostaria de um pacote de Bom Bril por favor.
Bom Bril é a marca, o produto é esponja de lã de aço.
h - concreto pelo abstrato e vice-versa
Ex.: Carlos é uma pessoa de bom coração
Coração (concreto) está no lugar de sentimentos (abstrato)
15 - Onomatopeia – uso de palavras que imitam sons ou ruídos.
Ex.: Psiu! Venha aqui!
16 - Paradoxo ou oxímoro - Aproximação de palavras ou ideias de sentido oposto em apenas uma figura.
Ex.: "Estou cego e vejo. Arranco os olhos e vejo." (Carlos Drummond de Andrade)
17 - Personificação, prosopopeia ou animismo – atribuição de características humanas a seres inanimados, imaginários ou irracionais.
Ex.: A vida ensinou-me a ser humilde.
18 - Pleonasmo ou redundância - repetição da mesma ideia com objetivo de realce. A redundância pode ser positiva ou negativa. Quando é proposital, usada como recurso expressivo, enriquecerá o texto:
Ex.: Posso afirmar que escutei com meus próprios ouvidos aquela declaração fatal.
Quando é inconsciente, chamada de “pleonasmo vicioso”, empobrece o texto, sendo considerado um vício de linguagem: Irá reler a prova de novo.
Outros: subir para cima; entrar para dentro; monocultura exclusiva; hemorragia de sangue.
19 - Polissíndeto - repetição de conjunções (síndetos).
Ex.: Estudou e casou e trabalhou e trabalhou...
20 - Silepse - concordância com a ideia, não com a forma.
Ex.: Os brasileiros (3ª pessoa) somos (1ª pessoa) massacrados – Pessoa.
Vossa Santidade (fem.) será homenageado (masc.) – Gênero.
Havia muita gente (sing.) na rua, corriam (plur.) desesperadamente – Número.
21 - Sinestesia - mistura das sensações em uma única expressão.
Ex.: Aquele choro amargo e frio me espetava.
Mistura de paladar (amargo) e tato (frio, espetava)
Figuras de Estilo ou Linguagem
A seguir, as principais figuras de estilo em ordem alfabética:
1 - Anacoluto- interrupção na sequência lógica da oração deixando um termo solto, sem função sintática.
Ex.: Mulheres, como viver sem elas?
2 - Anáfora- repetição de palavras.
Ex.: Ela trabalha, ela estuda, ela é mãe, ela é pai, ela é tudo!
3 - Antonomásia - substituição do nome próprio por qualidade, ou característica que o distinga. É o mesmo que apelidado, alcunha ou cognome.
Exemplos.:
Xuxa (Maria das Graças)
O Gordo (Jô Soares)
4 - Antítese - aproximação de ideias, palavras ou expressões de sentidos opostos.
Ex.: Os bobos e os espertos convivem no mesmo espaço.
5 - Apóstrofo ou invocação - invocação ou interpelação de ouvinte ou leitor, seres reais ou imaginários, presentes ou ausentes.
Exemplos.:
Mulher, venha aqui!
Ó meu Deus! Mereço tanto sofrimento?
6 - Assíndeto - ausência da conjunção aditiva entre palavras da frase ou orações de um período. Essas aparecem justapostas ou separadas por vírgulas.
Ex.: Nasci, cresci, morri.
(ao invés de: Nasci, cresci e morri.)
7 - Catacrese - metáfora tão usada que perdeu seu valor de figura e se tornou cotidiana, não representando mais um desvio. Isso ocorre pela inexistência das palavras mais apropriadas. Surge da semelhança da forma ou da função de seres, fatos ou coisas.
Exemplos.: céu da boca; cabeça de prego; asa da xícara; dente de alho.
8 - Comparação ou símile - aproximação de dois elementos realçando pela sua semelhança. Conectivos comparativos são usados: como, feito, tal qual, que nem...
Ex.: Aquela criança era delicada como uma flor.
9 - Elipse - omissão de palavras ou orações que ficam subentendidas.
Ex.: Marta trabalhou durante vários dias e ele, (trabalhou) durante horas.
10 - Eufemismo - atenuação de algum fato ou expressão com objetivo de amenizar alguma verdade triste, chocante ou desagradável.
Ex.: Ele foi desta para melhor.
(evitando dizer: Ele morreu.)
11 - Hipérbole - exagero proposital com objetivo expressivo.
Ex.: Estou morrendo de cansada.
12 - Ironia - forma intencional de dizer o contrário da ideia que se pretendia exprimir. O irônico é sarcástico ou depreciativo.
Ex.: Que belo presente de aniversário! Minha casa foi assaltada.
13 - Metáfora - é um tipo de comparação em que o conectivo está subentendido. O segundo termo é usado com o valor do primeiro.
Ex.: Aquela criança é (como) uma flor.
14 - Metonímia - uso de uma palavra no lugar de outra que tem com ela alguma proximidade de sentido.
A metonímia pode ocorrer quando usamos:
a - o autor pela obra
Ex.: Nas horas vagas, lê Machado.
(a obra de Machado)
b - o continente pelo conteúdo
Ex.: Conseguiria comer toda a marmita.
Comeria a comida (conteúdo) e não a marmita (continente)
c - a causa pelo efeito e vice-versa
Ex.: A falta de trabalho é a causa da desnutrição naquela comunidade.
A fome gerada pela falta de trabalho que causa a desnutrição.
d - o lugar pelo produto feito no lugar
Ex.: O Porto é o mais vendido naquela loja.
O nome da região onde o vinho é fabricado
e - a parte pelo todo
Ex.: Deparei-me com dois lindos pezinhos chegando.
Não eram apenas os pés, mas a pessoa como um todo.
f - a matéria pelo objeto
Ex.: A porcelana chinesa é belíssima.
Porcelana é a matéria dos objetos
g - a marca pelo produto
Ex.: - Gostaria de um pacote de Bom Bril por favor.
Bom Bril é a marca, o produto é esponja de lã de aço.
h - concreto pelo abstrato e vice-versa
Ex.: Carlos é uma pessoa de bom coração
Coração (concreto) está no lugar de sentimentos (abstrato)
15 - Onomatopeia – uso de palavras que imitam sons ou ruídos.
Ex.: Psiu! Venha aqui!
16 - Paradoxo ou oxímoro - Aproximação de palavras ou ideias de sentido oposto em apenas uma figura.
Ex.: "Estou cego e vejo. Arranco os olhos e vejo." (Carlos Drummond de Andrade)
17 - Personificação, prosopopeia ou animismo – atribuição de características humanas a seres inanimados, imaginários ou irracionais.
Ex.: A vida ensinou-me a ser humilde.
18 - Pleonasmo ou redundância - repetição da mesma ideia com objetivo de realce. A redundância pode ser positiva ou negativa. Quando é proposital, usada como recurso expressivo, enriquecerá o texto:
Ex.: Posso afirmar que escutei com meus próprios ouvidos aquela declaração fatal.
Quando é inconsciente, chamada de “pleonasmo vicioso”, empobrece o texto, sendo considerado um vício de linguagem: Irá reler a prova de novo.
Outros: subir para cima; entrar para dentro; monocultura exclusiva; hemorragia de sangue.
19 - Polissíndeto - repetição de conjunções (síndetos).
Ex.: Estudou e casou e trabalhou e trabalhou...
20 - Silepse - concordância com a ideia, não com a forma.
Ex.: Os brasileiros (3ª pessoa) somos (1ª pessoa) massacrados – Pessoa.
Vossa Santidade (fem.) será homenageado (masc.) – Gênero.
Havia muita gente (sing.) na rua, corriam (plur.) desesperadamente – Número.
21 - Sinestesia - mistura das sensações em uma única expressão.
Ex.: Aquele choro amargo e frio me espetava.
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